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Sagrado Feminino - Iemanjá - A dança sagrada do mar





Iemanjá foi uma bela mulher, mãe das águas do mar... Convido você para conhecer essa linda Deusa e dançar com ela nas sagradas águas do mar! De brinde sortearemos uma consulta de floral de Bach! Trazer um lanche para partilharmos no final!

O nome Iemanjá significa a mãe dos filhos-peixe. Filha de Olokum, Iemanjá foi casada com Oduduá com o qual teve dez filhos.
Estas crianças receberam nomes simbólicos e todos tornaram-se orixás.
De tanto amamentar seus filhos, os seios de Iemanjá tornaram-se grandes e caidos.

E Oduduá não gostava muito deles.

Então, Cansada de seu casamento ela se separou e foi buscar sua felicidade...
Nessa busca ela se apaixonou por Okere que a desejou e propôs-lhe casamento.
Iemanjá aceitou mas, impondo uma condição, disse-lhe:
"Jamais você ridicularizará da imensidão dos meus seios."
Okere, gentil e polido, tratava Iemanjá com consideração e respeito.

Mas, um dia, ele bebeu vinho de palma em excesso.
Voltou para casa bêbado e titubeante.
E chegou tropeçando em Iemanjá, e caçoando dela:
"Você, com seus seios compridos e balançantes!
Você, com seus seios grandes e trêmulos!"
Iemanjá, ofendida e chateada, fugiu em disparada.

Certa vez, antes do seu primeiro casamento,
Iemanjá recebera de sua mãe, Olokun,
uma garrafa contendo uma poção mágica pois, dissera-lhe esta:
"Nunca se sabe o que pode acontecer amanhã.
Em caso de necessidade, quebre a garrafa, jogando-a no chão."
Em sua fuga, Iemanjá tropeçou e caiu.
A garrafa quebrou-se e dela nasceu um rio.

As águas tumultuadas deste rio levaram Iemanjá em direção ao oceano,
residência de sua mãe Olokun.
Okere, contrariado e arrependido, queria impedir a fuga de sua mulher.
Querendo barrar-lhe o caminho, ele transformou-se numa colina,
chamada ainda hoje, Okere, e colocou-se no seu caminho.
Iemanjá quis passar pela direita, Okere deslocou-se para a direita.
Iemanjá quis passar pela esquerda, Okere deslocou-se para a esquerda.
Iemanjá, vendo assim bloqueado seu caminho para a casa materna,
chamou Xangô, o mais poderoso dos seus filhos.

Xangô veio com dignidade e seguro do seu poder.
E declarou que, no dia seguinte, Iemanjá encontraria por onde passar.
Nesse dia, Xangô desfez todos os nós que prendiam as amarras da chuva.
Começaram a aparecer nuvens dos lados da manhã e da tarde do dia.
Começaram a aparecer nuvens da direita e da esquerda do dia.
Quando todas elas estavam reunidas, chegou Xangô com seu raio.
Ouviu-se então: Kakará rá rá rá...
Ele havia lançado seu raio sobre a colina Okere.
Ela abriu-se em duas e, suichchchch...
Iemanjá foi-se para o mar de sua mãe Olokun.
Aí ficou e recusa-se, desde então, a voltar em terra.
Seus filhos chamam-na e saúdam-na:

"Odô Iyá, a Mãe do rio, ela não volta mais.
Iemanjá, a rainha das águas, que usa roupas cobertas de pérolas."

Ela tem filhos no mundo inteiro.
Iemanjá está em todo lugar onde o mar vem bater-se com suas ondas espumantes.
Seus filhos fazem oferendas para acalmá-la e agradá-la.

Odô Iyá, yemanjá, Ataramagbá
Ajejê lodô! Ajejê nilê!
"Mãe das águas, Iemanjá, que estendeu-se ao longe na amplidão.
Paz nas águas! Paz na casa!"

A Primavera de Perséfone - Sagrado Feminino




Perséfone, deusa da terra e da agricultura na mitologia grega, foi a única filha de Zeus e de Demeter. Na mitologia grega depois também ficou conhecida como a rainha do mundo infernal, ela ficava vigiando as almas e sabia os segredos das trevas.
A deusa da agricultura sempre se preocupava apenas em colher flores, mas foi crescendo e com isso sua beleza foi encantando a todos, e encantou o deus Hades, o senhor dos mortos, que pediu a deusa em casamento. Porém, Demeter não queria que eles se casassem, mas Hades mesmo assim não desistiu da deusa e continuou a persegui-la. Até que um dia Perséfone estava colhendo narcisos, e de repente Hades apareceu da terra em sua carruagem e levou a deusa para o mundo dos mortos.

Faço um convite a todas para participar desse encontro Sagrado de mulheres!

Sagrado Feminino - Maria Madalena, a Mestra Nada.


No nosso último encontro de Sagrado Feminino canalizamos as energias de Mestra Nada, foi um momento de reavaliar e pensar sobre a importância de Maria Madalena nos dias de hoje, tivemos também uma linda meditação e aprendemos a ser cocriar de nossas próprias vidas. Mestra Nada espalhou raios do vermelho rubi com lindas pétalas de rosas.



 O amor de Mestra nada se fez presente, em forma de coração em suas rosas.




As Rosas harmonizaram os altares das casa de nossas Rosas de Gaia.

Sagrado Feminino - Convite



O sol girou uma vez mais ao redor da Terra e quando os raios da manhã tocaram a sua testa, a cabocla gritou:

- Sou Jurema!!!

E pulou do galho mais alto da árvore gigante e pareceu voar por entre os pássaros e outros seres alados da floresta; mergulhando no rio profundo, de onde emergiu, nadando com os botos que entendiam o seu canto:

"Cabocla
Seu penacho é verde
Seu penacho é verde
É da cor do mar

É a cor da Cabocla Jurema
É a cor da Cabocla Jurema
É a cor da Cabocla Jurema
Jurema"

Cabocla, filha valente de Tupinambá. Adotada pelo mundo, foi encontrada aos pés do arbusto da planta encantada que lhe deu o nome, e cresceu forte, bonita, com a formosura da noite e a firmeza do dia. Corajosa, a cabocla tornou-se a primeira guerreira mulher da tribo, pois a sua força e agilidade no manejo das armas e na ciência da mata, se tornara uma lenda por todo o continente; onde contadores de estórias, aos pés da fogueira, falavam da índia da pena dourada, que era a própria Mãe Divina encarnada.

Nada causava medo na cabocla, até o dia em que ela encontrou o seu maior adversário: o amor. Jurema se apaixonou por um caboclo chamado Huascar, de uma tribo inimiga chamada Filhos do Sol, e que fora preso numa batalha.

Os dias se passaram e o amor aumentava, pois o pior de amar não é amar sozinho e sim ser amado em retorno, pois exige do amado, uma ação em prol do amor. Pelo olhar, o caboclo Huascar lhe fazia lindas canções de amor.

Jurema que aprendera a resistir ao canto do boto, ao veneno da cascavel e da aranha armadeira, já resistira bravamente a centenas de emboscadas e que sentia o cheiro à distância de ciladas, não conseguiu resistir ao amor que fluia do seu peito por aquele guerreiro. Observando o caboclo preso, ela viu nos olhos dele, as mil vidas que eles passaram juntos, viu seus filhos, o amor que os unia além da carne e percebeu que não foi por acaso, que ele fora o único caboclo capturado vivo, e decidiu libertá-lo, mesmo sabendo que seria expulsa da sua tribo.

Na fuga, seu próprio povo a perseguiu, e em meio a chuva de flechas voando na direção do caboclo fugitivo, foi Jurema que caiu, salvando o seu amado e recebendo a ponta da morte que era pra ele, no seu próprio peito.

Conta a lenda, que o caboclo Huascar voltou a Terra do Sol e fundou um império nas montanhas andinas e mandou erguer um templo chamado Matchu Pitchu em homenagem a Jurema, onde, só as mulheres da tribo habitariam e lá aprenderiam a ser guerreiras como a mulher que salvara a sua vida. E no lugar onde a Jurema caiu, nasceu uma planta robusta e muito resistente que dá flor o ano inteiro, cujo formato exótico e o tom amarelo-alaranjado intenso chamou atenção de todas as tribos, pois tudo dessa planta poderia ser utilizado, desde as sementes, até as flores e o caule; e porque as flores dessa planta estão sempre viradas para o astro maior; ela ficou conhecida como girassol.

Sororidade





A palavra sororidade não existe nos dicionários. Mas existe em um lugar sagrado chamado força interna feminina. Sóror quer dizer irmã. Sororidade é a capacidade que as mulheres possuem em se reconhecerem como irmãs. Estamos em um momento em que o divino feminino está retornando, está derrubando toda a escuridão e voltando à honra. Isso está no ar. Tem uma luz acendendo nos corações das mulheres, o chamado. Muitas de nós ainda não querem aceitar essa luz acendendo, não se lembram do próprio empoderamento e o repudiam, vibrando ainda na energia da inveja, maledicência e rivalidade. E repudiam portanto as suas irmãs empoderadas pois estão se ‘protegendo’ através do modelo masculino que imitam para serem ‘ aceitas’, consciente e inconscientemente. Elas estão fracas, vibrando em sofrimento nas sombras do esquecimento. Vamos aproveitar a energia da palavra sagrada Sororidade e rezar por todas as mulheres que precisam se curar no mundo.
E se você é uma delas, das que estão ainda esquecidas mas conseguem enxergar isso, agradeça. Depois desconecte-se de toda culpa e se entregue a gratidão de ter olhos de ver. Peça luz às mães santíssimas e aceite a força de suas águas internas para amolecer e fazer nascer da terra seca.
Transborde, beba. Olho d’água, lágrima, suor, rios, mares, oceanos, útero, casa, Coração. O amor é líquido.




Sagrado Feminino - Reconectando-se com a Mãe Terra




Clique na foto para ver-las de tamanho maior

Este foi meu primeiro Círculo de Sagrado Feminino como facilitadora.
Foi muito gratificante poder repassar a limpeza e Benção do útero para as mulheres que já viram mudanças. 
Aprendemos a importância que Gaia em nossas vidas, com os elementos água, terra, fogo e ar, portanto o elemento que usamos foi o terra, que mais representa nossa Deusa Mãe.
De certo, espero que esse seja o primeiro de muitos outros!! 

"O círculo foi fechado, mas não finalizado... "


Sagrado Feminino



A nutricionista me pediu que levasse, na consulta de hoje, a comida que mais como quando sinto fome emocional. Fui pra consulta com um bolo de leite ninho com brigadeiro ao lado, com toda a estranheza de quem está acostumado a uma nutrição que analisa carboidratos, proteínas, calorias. Respiração profunda, conexão com o corpo. Fecho os olhos, ela coloca próximo ao meu nariz um pedaço do bolo. "O que esse cheiro te traz, Elis?" . O cheiro doce me traz uma lembrança daquelas que dói de saudades lembrar. Na cozinha de casa, com minha irmã e uma amiga de infância, sorrio enquanto fazemos brigadeiro. Um momento tão feliz que o coração aperta. Ela me pede pra abrir a boca e provar o pedaço. "E o gosto, Elis, pra onde te leva? ". O gostinho me leva pra época da faculdade. Amigas, filme na Tv, risada e choro livres. O coração aperta e eu não consigo segurar o choro. A vida adulta, sobretudo a maternidade, me fez só. Filhos e maridos jamais ocuparão o lugar que apenas uma amiga pode ocupar. A minha fome emocional pede colo, o doce me lembra do tempo em que eu o tinha em livre demanda. Sinto falta dos abraços, das roupas emprestadas, de conversar na cama até adormecer. De falar besteira, de ver comédia romântica mesmo quando minha preferência era x-men. De sentir o toque carinhoso das amigas em meu cabelo enquanto chorava. Me dei conta que, desde que as crianças nasceram, como brigadeiro vendo filme com amigas uma única vez. Me dei conta que, há anos, oferto o colo sem receber. Que meu contato com as amigas é, majoritariamente, virtual. E no meio da solidão, da correria, da falta que uma rede de mulheres faz, eu comia o doce pra tentar sentir um pouquinho daquele amor. Hoje entendi que preciso de colo feminino, de abraço de amiga, de energia de mulheres. Precisei chegar ao maior peso que já tive na vida pra enxergar que não basta fechar a boca. Pra entender porque as dietas nunca foram sustentáveis a longo prazo. Vi em um vídeo que o oposto de vício é conexão. É isso. Conexão. Abraço. Colo. O antídoto perfeito pra todo mal. Demorei, mas entendi que não é de dieta que preciso. É de algo muito, mas muito mais profundo. Um algo que inclui mulheres amigas ao meu redor. Juntas somos mais que fortes. Somos inteiras.

Creditos: Instagram @elisamasantosc 

Sagrado Feminino - Rosas de Gaia




Agora meu Círculo de Sagrado Feminino tem nome e página no facebook!!
Rosas de Gaia foi a inspiração do meu primeiro Círculo de Gaia com a magia 
das Rosas dos Ciganos, mentores do Espaço onde meu é realizado os encontros. 

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