1. Aprenda a se autoabastecer
O fato de não saber “nutrir”, atender e alimentar a nós mesmos é uma
maldição, uma espécie de sortilégio que nos obriga uma vez e outra a cometer o
mesmo erro, a mesma conduta, o mesmo fundo do poço: buscamo-nos nos outros
os que não oferecemos a nós mesmos.
2. Aceite-se, você é o presente mais maravilhoso dessa vida
Desde crianças nos guiaram, orientaram e submeteram à magia do elogio ou
dos tapinhas nas costas e do olhar de aprovação.
Transformamo-nos em viciados pelo reconhecimento externo. Pouco
a pouco nos afastamos de nós mesmos como se habitássemos em um corpo
estranho que odiamos e que nos repugna.
3. Explore, busque, pergunte
A baixa autoestima nos fecha no porão da zona de conforto e no quarto escuro do medo. Ela nos
sussurra que é melhor não experimentar, não arriscar e não explorar, porque o
mais provável é que vamos cometer um erro mais uma vez ou que vamos chamar
muita atenção entre os outros.
4. Encontre um equilíbrio entre a razão e a intuição
As pessoas com baixa autoestima apresentam uma tendência desmedida para racionalizar
tudo. “Se eu fizer isso podem pensar aquilo, tenho que fazer aquilo para
que percebam que eu sou capaz”. “É melhor eu evitar isso porque eu posso
fracassar …”
Atreva-se a degustar do prazer de se priorizar, de colocar você como a
prioridade máxima no seu dia a dia e a nutrir a si mesmo como você
merece, sem tantas correntes, pressões e reticências.
